Capleton nasceu dia 13 de Abril de 1967 em St. Mary, na Jamaica, com o nome de Clinton George Bailey III.
Também conhecido como King Shango, King David, The Fireman e o Profeta, Capleton é um dos nomes mais conhecidos do Dancehall e é conhecido internacionalmente desde 1989. Era conhecido na vizinhança como uma pessoa engajada, sempre falando de injustiça social e direitos iguais para o povo negro, então lhe deram o apelido do principal advogado da época na Jamaica.
Sua carreira despontou quando African Star, um selo canadense, pagou, mesmo sem grande influência no meio, sua passagem para o Canadá fazer shows, juntamente com Ninjaman e Flourgan. Emplacou hits como 'Number one on the good look chart' e 'Bumbo red'. Apesar de sempre ter um toque de slackness, sempre tentou encaixar seus pensamentos e sua fé em suas letras.
O artista pertence à ordem das Mansões do Rastafari, e apóia principalmente Bobo Ashant.
Musicas
Red a Red
http://www.rootscommandment.de/capletoncensoredbyBBC.mp3
Slew Dem
http://www.keefazstudio.com/mp3s/Capleton_Slew_Dem.mp3
Jah Jah City
http://www.selectors-choice.de/sounds/capleton_jah_jah.mp3
More Fir Meddley (video)
http://www.reggaefrance.com/player/videoplayer.php?num=107&format=wmv-hi
Capleton, Jah Cure, Morgan Heritage, LMS, Ras Shiloh, Bushman
Winston Yellowman Foster é um vencedor, tendo superado com garra e persistência as adversidades da sua vida. Além disso, construiu uma das mais extensas discografias do reggae, lançando em lia dois discos por ano. amos comentar alguns dos principais álbuns do Homem Amarelo.
Nos seus discos Yellowman cumpriu à risca o objetivo de divertir as pessoas fazendo música de qualidade. Suas canções faIam de amor, sexo e mulheres, com letras ora picantes ora bem humoradas, e ainda servem de para exaltar sua performance como homem e Dj. Mas aqui e ali ele abre espaço para ferinos comentários sociais. O início de sua carreira foi arrasador. Em pouco tempo Yellowman lançou uma enxurrada de hits e conquistou a Jamaica, que estava carente de ídolos desde a morte de Bob Marley. Nessa fase ele lançou ótimos discos como One in a Million ou Bad Boy Skanking (dividindo os vocais com Fat Head), com um som ainda bem próximo do roots, firmando sua reputação como o melhor Dj da ilha. Os segredos do sucesso avassalador são desvendados em Live at Reggae Sunsplash, registro do histórico show do festival de 82. Até meados da década de 80 ainda lançaria muita coisa boa, como Zungguzungguguzungguzeng e Two Giants Clash, onde duela musicalmente com o Dj Josey Wales em cima dos ritmos da ótima Roots Radics Band.
VIDEO DE SHOW
http://www.arcoiris.tv/modules.php?name=Downloads&d_op=getit&lid=3054&ext=_big.wmv
Em 1969, Burning Spear, ou melhor Winston Rodney (seu nome original) iniciava sua original carreira no Studio One com o single "Door Peep". O nome Burning Spear foi uma homenagem a Jomo Kenyatta, primeiro presidente do Quênia (significa flecha fumegante, Burning Spear, era o nome que o líder assumiu quando lutava contra os ingleses pela independência) - o que dá o tom de seu trabalho, marcado pela militância política e rasta.
Nos anos 70 fez pela Island Records alguns dos seus melhores discos: Marcus Garvey, Man in The Hills, Dry & Heavy e Social Living.
Em seus show ele se entrega, se contorce, clama, chora - performance que sempre acontece durante a musica "Slavery Days", emocionante lamento sobre a escravidão.
Sua firmeza na crença rasta pode ser resumida por esta declaração: "Eu não canto para fazer ninguém crer em Selassié ou no que eu defendo. Eu canto sobre o que sei que é certo."
Spear já foi nomeado para o Grammy diversas vezes, tendo vencido uma delas com o álbum "Calling Rastafari".
Burning Spear a lenda musical não somente produziu um grande trabalho, que está entre os melhores do reggae mundial, ele excursionou também pelo mundo diversas vezes. Seus shows atraem um grande público de todas as idades, e isso vem acontecendo por cerca de 30 anos. Como um profeta musical teve sempre um foco cultural e espiritual profundo em toda sua carreira. Suas letras também fala muito no profeta Marcus Garvey, um de seus temas favoritos.
O futuro de Burning promete ser ainda mais produtivo, mas para compreender para onde ele está indo, deve ser examinado seu passado. Sua carreira começou em 1969 quando gravou "Door Deep" e o artista desde então continua no topo de todas as paradas e na preferência do público. Seus shows costmam levar grandes multidões e seus discos são sucessos absolutos de crítica e vendas.
MUSICAS
Door Deep
http://nintendoplanetvideo.free.fr/zik/burning%20spear%20-%20door%20peep.mp3
Marcus Garvey
http://www.dgambia.com/mp1/marcus.mp3
Crhistopher Columbus
http://www.dgambia.com/mp1/columbus.mp3
Walk (clipe)
http://www.youtube.com/watch?v=hocWfu-v3Mg
Bob Marley não morreu. Se alguém disser que ele morreu, desconverse e saia de fininho, sorrindo e cantando "Is this love, is this love, is this love that i´m feeling". O que aconteceu no dia 11 de maio de 1981, num hospital em Miami, foi matéria que se dissolveu, átomos que foram recombinados. Os estóicos, filósofos da época do império romano, diziam que, quando morremos, não vamos para lugar algum. seja esse lugar o céu ou zion. Apenas dissolvemo-nos e voltamos à natureza. Olhe para o mundo à sua volta e veja se não foi isso que aconteceu com Bob Marley.
Sua música está por toda a parte. Seus discos vendem até hoje, numa adoração só comparável a de Elvis e dos Beatles. Seu rosto e suas tranças estão estampadas em camisetas de moleques no Rio, em Sydney e Paris. Marley se dissolveu e virou um som da natureza por causa de canções irresistivelmente pop e por todos os ingredientes - rock, punk, afro, soul - que adicionou ao seu reggae. Virou estrela por causa de letras que tinham ao mesmo tempo um lirismo arrebetador e uma militância contagiante. Virou luz por causa de palavras, atos e uma vibrante mensagem de paz e amor.
Mas Marley não era santo. Era o Tuff Gong, apelido que ganhou na marra, em brigas nos guetos de Kingston. Ironicamente, se estivesse aqui, comemorando 60 anos, dreadloks branquinhas, teria que lutar contra o imobilismo dos seus fãs, que parecem se contentar em botar uma roupa colorida e saudar sua memória em tributos sem fim, em vez de seguir em frente, passar a segunda marcha, ouvir outros sons e ver que o reggae não é só raiz, não é só iô iô, mas também é caule e frutos. Como diria Marley, "Wake up and live". A boa é acender essa idéia.
Israel Vibration é, sem sombra de dúvidas, um dos grandes nomes do reggae. Com certeza, um nome digno de respeito e reconhecimento de qualquer um que já pôde conferir o som dos caras. As vibrações positivas que emanam de suas músicas são impecáveis, e vivem por mais de duas décadas. O Israel tem um feitiço musical, conseguindo unir reggae de raiz tradicional com um som hipnotizante e mensagens profundamente espirituais.
Os integrantes da atual dupla, Cecil Spence (Skelly) e Lascelle Bulgin (Wiss) são naturais da Jamaica, e vítimas de poliomielite. Eles se conheceram, quando crianças, no "Centro de Reabilitação Mona", onde foram internados por suas famílias. Aprenderam cedo como sobreviver no mundo, e embora a poliomielite seja uma doença séria, eles nunca deixaram que isso viesse a atrapalhar a criatividade, o desempenho e a força de vontade. Acharam força na fé Rastafari e começaram a compor e cantar canções que expressassem suas convicções espirituais.
Tanta espiritualidade acabou causando o afastamento do Centro de Reabilitação Mona. Destemidos, eles encontraram o que precisavam na música, que fez com que ganhassem o apoio da comunidade local, proporcionando encorajamento para seguir em frente com a carreira. A primeira gravação foi em 1978, que rendeu o álbum Same Song pela EMI. A partir daí, surgiu uma atenção internacional pelos caras. Depois de um tempo, a carreira fonográfica do Israel parecia estar indo por água abaixo, pois assim como muitos artistas jamaicanos, foram induzidos à uma indústria local infestada naquele momento, por prática de contabilidade questionável, pirataria musical, e falta de apoio de excursão. Em 1983, eles se separaram e seus membros foram para os Estados Unidos em busca de um cuidado médico adequado e também de projetos individuais.
Musicas
Standig Corner
http://www.studiobunker.de/versions/israel%20vibration%20standing%20corner.mp3
Jah Jah time has come
http://pnvideo.free.fr/zik/israel%20vibration%20-%20jah%20jah%20time%20has%20come.mp3
Stick a Buch - Gladiators e Israel Vibration
http://skateculture.free.fr/pages/fichiers/mp3/gladiators%20and%20Israel%20vibration-Stick%20a%20bush.mp3
What The Use
http://orange.street.free.fr/Sounds/reggae2/IsraelVibrationWhatTheUse.mp3
Surgida em 1999, em Vila Isabel, zona norte carioca, a banda Ponto de Equilíbrio surgiu da união de oito músicos com personalidades distintas, mas fundamentadas no autêntico reggae roots. O grupo é formado por Helio Bentes (vocalista), Pedro Pedrada (baixo), Márcio Sampaio (guitarra base), Tiago Caetano (teclados), Rodrigo Fontenele (percussão), Marcelo Campos (percussão), Lucas Kastrup (bateria) e Ras André (guitarra solo). Ponto de Equilíbrio se tornou uma das principais referências do reggae no Brasil ao resgatar suas raízes e utilizar a música como resistência sócio-cultural. As letras, compostas pelos próprios integrantes, transmitem mensagens de igualdade, amor e justiça, de acordo com a filosofia rastafari. Além disso, o som conta com influências de dub e samba e de alguns ritmos regionais como a capoeira de Angola, o maculelê e o maracatu. O próprio nome da banda resume o objetivo dos músicos: o equilíbrio entre o céu e a terra, o positivo e o negativo, o bem e o mal. Esse é o ponto que todos nós buscamos e para onde todos retornaremos, quando for terminada nossa missão nessa vida, explicam os músicos. Em 2004, a banda lançou o álbum Reggae a Vida com Amor. As músicas Aonde vai chegar? (Coisa Feia), Árvore de reggae e Ponto de Equilíbrio, agradaram em cheio os amantes do reggae e divulgaram a banda em todo o Brasil. Resultado: o primeiro CD do octeto foi um dos lançamentos independentes de maior vendagem no país, com mais de 70 mil cópias vendidas, rendendo um Disco de Ouro.
Mesmo sem tocar em rádios ou ter gravadora, a cada show o Ponto de Equilíbrio conquista um público maior e mais fiel. Eles tocam com freqüência nas capitais do país, lotando as casas por onde passam. Apesar das dificuldades comuns a uma banda independente, algumas apresentações já chegaram a reunir 30.000 pessoas, como em Salvador e Fortaleza. No Orkut, existem mais de 80 comunidades dedicadas a eles, sendo que a maior delas reúne mais de 130 mil pessoas.
MUSICAS
http://www.hotsurfers.com.br/mp3pontodeequilibrio.htm
VIDEO - JAH JAH ME LEVE